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Como era fácil viver na época em que tínhamos três ou quatro canais de televisão e algumas rádios AM para nos manter informados! O mundo era imenso e as notícias chegavam sempre atrasadas, fazendo com que os atentados no Oriente Médio ou o terremoto no Japão fossem algo distante e que não teriam nada a ver com o Brasil. A transmissão, “ao vivo”, da primeira guerra do Golfo em 1991, foi um marco para as comunicações, pois foi a primeira vez que presenciamos um fato de imensa relevância acontecer em tempo real.  Uma década depois, podemos assistir atônitos pela TV a queda das torres do “World Trade Center”, no exato momento em que elas foram ao chão.  Como se vê, as coisas mudaram e, agora,  qualquer pessoa com um telefone celular conectado à internet, tornou-se um potencial transmissor de notícias e propagador de ideias em tempo real, e isso nem…

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#tokyo2020, se foi. Mas, calma!! Para os fanáticos pelo esporte, em menos de 1 mês teremos as paraolimpíadas, para acompanhar, não dormir e nos inspirar!!! Enquanto isso, vamos conversar sobre o que, além de saudades, essas Olimpíadas vão nos deixar? Os atletas olímpicos deram vários shows… de força, disciplina, muito suor, garra e superação. Histórias incríveis de pessoas de carne e osso que parecem verdadeiros heróis em alguns momentos. Pessoas que dedicam anos da sua vida para, muitas vezes, em poucos minutos, entregarem tudo de si, com todo amor e dedicação. Mas além de tudo isso que, a propósito, temos a oportunidade de ver de 4 em 4 anos, os atletas desta edição trouxeram, nas entrelinhas, um comportamento incrível de humanidade! Um senso de coletividade fortíssimo que nos faz refletir sobre o verdadeiro espírito competitivo. Vimos cenas fortíssimas de empatia, como por exemplo no Skate Park, quando a Japonesa Misugu…

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Tempo, uma medida igual para todos, sem distinção. O que é o tempo? Diferente das fontes de energia, ele não é renovável, nem substituível, nem recuperável e, talvez por isso, o passar do tempo nos gere tanta ansiedade. Ansiedade por não estar fazendo o que gosta, o que é importante, por não estar investindo esse tempo em atividades que geram prazer. O tempo é algo que não podemos tocar, é algo subjetivo e, para torná-lo mais palpável, criamos mecanismos como o relógio e o calendário – o que não quer dizer que o dominamos. As normas de tempo são necessárias para se viver em sociedade, para trabalhar em equipe, produzir e também, é claro, para descansar. É verdade que em tempos de pandemia e de home office, o tempo destinado ao trabalho e o tempo destinado à vida pessoal estão mais interligados. Hoje já não é raro os filhos aparecerem…

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Oi gente, que alegria estar aqui!! Quero, antes de tudo, agradecer o convite e a oportunidade de estar escrevendo e, principalmente, agradecer você que está lendo! Tenho certeza que juntos poderemos refletir muito sobre a nossa vida, buscando um caminho com mais saúde e felicidade pra gente! Agora sim, aqui quem fala é a Duda! Muito prazer 😉 Se você acompanhou o Café com Nidus sobre produtiVIDAde e Soft Skills você já me conhece 😉 Se não conseguiu acompanhar, eu sugiro assistir, foi uma delícia! Para quem não me conhece, vamos começar com a minha apresentação, então? Me chamo Eduarda Cristina Pinto Sarmento Só, mas costumo dizer que sou a Duda 🙂 Tenho 33 anos, e falo bastante! Sou Lageana e moro em Floripa há 13 anos. Sou casada com um manezinho, por isso Floripa tem meu coração duas vezes! Adoro estar entre pessoas, fazer conexões, conhecer histórias e dar…

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Olá caros leitores do Nidus. No último texto para esta coluna trouxe alguns segredos de Dale Carnegie na arte de fazer amigos, sendo que o coração daquele artigo é a necessidade de se criar um verdadeiro e genuíno interesse pelos outros para que também possam ter reciprocidade para com você. Hoje a chamada é também nessa linha comportamental, mas não sobre como necessariamente lidamos com os outros, mas sobre como agimos com questões e situações difíceis à nossa volta, em especial no contexto de nosso trabalho com tomada de decisões e resolução de problemas. Começo me referenciando em outro texto publicado neste espaço, escrito lá em julho/2020, no qual apresentei 05 características de um profissional mais completo, por meio do desenvolvimento de um espírito empreendedor, repleto de proatividade e resolubilidade. Uma das características listadas foi a disposição em assumir riscos e é nisso que vamos nos aprofundar hoje. Naquele texto…

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Quatro razões possíveis “Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar transformações em seu próprio interior.” DALAI LAMA   Na maioria dos discursos, é quase unânime o apoio à inovação como prática necessária nas organizações. Sabemos que a realidade nas instituições é diferente. Do mesmo modo que não há bandeiras a favor da corrupção, não costumamos ver bandeiras levantadas contra a inovação, mas na prática nada acontece ou a inovação acaba assumindo papel secundário nos projetos e processos internos. Ao longo de nosso percurso, observamos e listamos, quatro possíveis razões para recusarem as novas ideias: Falta de conhecimento e competências específicas Podemos aprender praticando, mas a inovação também inclui teoria e métodos, não é simplesmente dizer de uma hora para outra: “Agora sou um inovador, eba!”. É comum não saber por onde começar e o que fazer para inovar. Em casos assim, planos de…

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Reflexões Finalmente, o tema “Inovação no Setor Público” está na agenda pública. Estamos descobrindo a inovação no setor público! Servidores públicos capacitados, eventos exclusivos, laboratórios e projetos inovadores são cada vez mais abundantes. Mas vamos com calma; isso não significa (ainda) dizer que os resultados já chegaram na vida das pessoas ou os trabalhos estão transformando as instituições públicas – em seu modo de trabalhar – de forma significativa. Através da WeGov, estamos conseguindo acompanhar os avanços do tema e também contribuir para que inovação transforme profundamente o setor público. Assim, apostamos que a prestação de serviços úteis, desejáveis e viáveis, será cada vez mais evidente em um futuro próximo. Não é fácil. A “onda de inovação”, para aqueles que escolhem surfá-la, exige um esforço tremendo de descobrir aquilo que realmente importa ser feito e superar os obstáculos de um segmento hostil.  Como descobrir o que importa? O verbo descobrir…

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Há duas semanas, nesta coluna do Nidus Lab, compartilhei algumas dicas muito interessantes para você potencializar o seu aprendizado de idiomas, e no outro artigo, a importância de você dominar uma outra língua para ter acesso a mais informações e consequentemente, resolver problemas com mais facilidade. Seguindo essa linha de aprendizado e desenvolvimento de novas habilidades (não só de línguas), hoje irei apresentar algumas plataformas robustas e reconhecidas nacional ou internacionalmente para que você aprofunde seu conhecimento em determinado assunto, conquiste um certificado destacado ou ainda aprenda algo novo. Então vamos lá! O ensino online, virtual ou EAD já está incorporado aos métodos de estudo e aprendizagem. Muita gente não gosta ou é desconfiada com o assunto, mas até por conta da pandemia com muitas aulas presenciais passando para o lado virtual, o que já era um caminho sem volta, teve uma antecipação brusca. E nessa antecipação, estamos sendo bombardeados…

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Nos trabalhos da WeGov, é comum termos na mesma sala pessoas de diferentes setores, áreas de conhecimento, experiências e percepções distintas sobre a inovação no setor público. Em alguma etapa, os trabalhos revelam – em nível individual, projetual ou global – três coisas sobre a inovação no setor público 1. Inovar é confuso Em quase todos esses trabalhos, enquanto estamos fazendo as exposições e conduzindo as atividades, as pessoas demonstram desconforto e podemos perceber expressões de confusão. Algumas inclusive verbalizam o desconforto. Eu ouço, fico animado e tento explicar: “Vocês estão recebendo uma quantidade grande de informação e executando as atividades sob uma nova forma de trabalhar no setor público. Essa nova forma funciona de um modo bem diferente da lógica que vocês estão acostumadas. Diante disso, a reação comum mais esperada e mais humana das pessoas é mesmo ficarem confusas.” É praticamente impossível ter um entendimento completo sobre inovação.…

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