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É um clichê simples e verdadeiro: A inovação começa pelas pessoas.  Relacionar-se não é tarefa simples, tampouco um dom divino. As características pessoais múltiplas podem definir um resultado muito bom ou muito ruim. Times multidisciplinares, com competências, habilidades e atitudes abrangentes, podem ser o grande diferencial para que uma situação organizacional seja modificada, renovada e transformada. Não é uma somente uma questão de gestão de pessoas, hierarquia, cargos, salários ou simplesmente um papel da liderança inspiradora. É uma questão de sobrevivência organizacional, tratar as pessoas como pessoas. Aqui escrevo, 11 formas de fazer isso: 11 formas de tratar as pessoas como pessoas As pessoas buscam autonomia. Então, dê a elas autonomia. Deixe-os que controlem o máximo possível do trabalho. As pessoas querem saber o que é se espera delas e como elas estão se saindo. Se possível, crie uma forma para ela mesma saiba disso (game). Quando isso não for…

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Há algumas semanas atrás, nossa equipe estava prestes a fazer um grande lançamento e tínhamos um tempo relativamente curto para a entrega. Contávamos com uma equipe reduzida (3 pessoas) e como estávamos trabalhando remotamente por conta da pandemia, teríamos que ter bastante foco para que não houvesse atrasos ou contratempos. Assim, adotamos a técnica do pomodoro, com algumas adaptações. Primeiramente, eu e meu colega, listamos as nossas tarefas da forma mais granular que pudemos fazer e orçamos em pomodoros de 30 minutos. Por exemplo: criar uma mensagem de erro em caso do login estar inválido – 1 pomodoro. Após mapearmos o trabalho do dia, conversávamos sobre o que iríamos fazer nesse período, para que cada um soubesse o que o colega estaria fazendo. E, então, trabalhávamos 30 minutos totalmente focados, com microfones desligados e com a regra de ser proibido se comunicar nesse espaço de tempo (apelidado por nós de…

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O setor público enfrenta um número crescente de problemas difíceis de resolver, uma vez que as soluções devem atender a diferentes requisitos. São os chamados wicked problems (Ansell e Torfing, 2014). Para enfrentá-los, torna-se necessário formular novas respostas. Nesse contexto, a inovação surge como uma maneira de melhorar o desempenho do governo e permitir que a administração pública seja mais responsiva ao cidadão. Quando se assume que o tema inovação no setor público transcende a perspectiva schumpeteriana, baseada numa lógica de manufatura (Schumpeter, 1982), para incorporar uma abordagem de serviços (Osborne, 2013), compreende-se que o valor a ser entregue deve ser co-criado com o usuário (Trischler e Scott, 2016). A capacidade de co-criação passa a ser uma condição para se criar inovações em serviços públicos que atendam as necessidades do cidadão (Voorberg, Bekkers e Tummers, 2015). Por co-criação em serviço, Voorberg, Bekkers e Tummers (2015) assumem o envolvimento de diferentes…

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Quem diria, cheguei ao meu 11º texto aqui para o NidusLab! É um grande desafio e responsabilidade escrever para o Laboratório de Inovação do Governo de Santa Catarina, ainda mais para um público que sabe tudo sobre inovação, gestão pública, projetos e o ecossistema relacionado. Outro grande desafio nessa jornada é conectar um texto ao outro. Quem acompanha essa coluna sabe que um tema puxa o outro e assim vamos criando uma thread sobre as temáticas do Nidus. Então, para criar um link com o artigo anterior, sobre o livro “Os Magnatas” e o ambiente propício para inovação no início do XIX, vou fazer um breve adendo.  Embora não tenha destacado no artigo anterior, as necessidades militares também tiveram grande influência na corrida por inovação americana. Referido livro apresenta, em um de seus capítulos, a busca pela intercambialidade de peças de armas e como seu alcance alterou os setores industriais,…

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Quatro razões possíveis “Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar transformações em seu próprio interior.” DALAI LAMA   Na maioria dos discursos, é quase unânime o apoio à inovação como prática necessária nas organizações. Sabemos que a realidade nas instituições é diferente. Do mesmo modo que não há bandeiras a favor da corrupção, não costumamos ver bandeiras levantadas contra a inovação, mas na prática nada acontece ou a inovação acaba assumindo papel secundário nos projetos e processos internos. Ao longo de nosso percurso, observamos e listamos, quatro possíveis razões para recusarem as novas ideias: Falta de conhecimento e competências específicas Podemos aprender praticando, mas a inovação também inclui teoria e métodos, não é simplesmente dizer de uma hora para outra: “Agora sou um inovador, eba!”. É comum não saber por onde começar e o que fazer para inovar. Em casos assim, planos de…

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Reflexões Finalmente, o tema “Inovação no Setor Público” está na agenda pública. Estamos descobrindo a inovação no setor público! Servidores públicos capacitados, eventos exclusivos, laboratórios e projetos inovadores são cada vez mais abundantes. Mas vamos com calma; isso não significa (ainda) dizer que os resultados já chegaram na vida das pessoas ou os trabalhos estão transformando as instituições públicas – em seu modo de trabalhar – de forma significativa. Através da WeGov, estamos conseguindo acompanhar os avanços do tema e também contribuir para que inovação transforme profundamente o setor público. Assim, apostamos que a prestação de serviços úteis, desejáveis e viáveis, será cada vez mais evidente em um futuro próximo. Não é fácil. A “onda de inovação”, para aqueles que escolhem surfá-la, exige um esforço tremendo de descobrir aquilo que realmente importa ser feito e superar os obstáculos de um segmento hostil.  Como descobrir o que importa? O verbo descobrir…

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Há duas semanas, nesta coluna do Nidus Lab, compartilhei algumas dicas muito interessantes para você potencializar o seu aprendizado de idiomas, e no outro artigo, a importância de você dominar uma outra língua para ter acesso a mais informações e consequentemente, resolver problemas com mais facilidade. Seguindo essa linha de aprendizado e desenvolvimento de novas habilidades (não só de línguas), hoje irei apresentar algumas plataformas robustas e reconhecidas nacional ou internacionalmente para que você aprofunde seu conhecimento em determinado assunto, conquiste um certificado destacado ou ainda aprenda algo novo. Então vamos lá! O ensino online, virtual ou EAD já está incorporado aos métodos de estudo e aprendizagem. Muita gente não gosta ou é desconfiada com o assunto, mas até por conta da pandemia com muitas aulas presenciais passando para o lado virtual, o que já era um caminho sem volta, teve uma antecipação brusca. E nessa antecipação, estamos sendo bombardeados…

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Nos trabalhos da WeGov, é comum termos na mesma sala pessoas de diferentes setores, áreas de conhecimento, experiências e percepções distintas sobre a inovação no setor público. Em alguma etapa, os trabalhos revelam – em nível individual, projetual ou global – três coisas sobre a inovação no setor público 1. Inovar é confuso Em quase todos esses trabalhos, enquanto estamos fazendo as exposições e conduzindo as atividades, as pessoas demonstram desconforto e podemos perceber expressões de confusão. Algumas inclusive verbalizam o desconforto. Eu ouço, fico animado e tento explicar: “Vocês estão recebendo uma quantidade grande de informação e executando as atividades sob uma nova forma de trabalhar no setor público. Essa nova forma funciona de um modo bem diferente da lógica que vocês estão acostumadas. Diante disso, a reação comum mais esperada e mais humana das pessoas é mesmo ficarem confusas.” É praticamente impossível ter um entendimento completo sobre inovação.…

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