Arquivos do autor: Raony Osório

Há duas semanas, nesta coluna do Nidus Lab, compartilhei algumas dicas muito interessantes para você potencializar o seu aprendizado de idiomas, e no outro artigo, a importância de você dominar uma outra língua para ter acesso a mais informações e consequentemente, resolver problemas com mais facilidade. Seguindo essa linha de aprendizado e desenvolvimento de novas habilidades (não só de línguas), hoje irei apresentar algumas plataformas robustas e reconhecidas nacional ou internacionalmente para que você aprofunde seu conhecimento em determinado assunto, conquiste um certificado destacado ou ainda aprenda algo novo. Então vamos lá! O ensino online, virtual ou EAD já está incorporado aos métodos de estudo e aprendizagem. Muita gente não gosta ou é desconfiada com o assunto, mas até por conta da pandemia com muitas aulas presenciais passando para o lado virtual, o que já era um caminho sem volta, teve uma antecipação brusca. E nessa antecipação, estamos sendo bombardeados…

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Salut! No último artigo para o Nidus Lab, apresentei as possibilidades que um novo idioma nos traz, em especial, o socorro na hora de resolver problemas. Vimos que as dúvidas não se limitam à sua posição geográfica e, uma questão que você precisa resolver aqui, outra pessoa já pode ter resolvido em outro lado do mundo. Fizemos alguns exercícios de buscar expressões em português e inglês no google e neste idioma encontramos ainda mais referências/resultados na pesquisa. Ou seja, tirando os já conhecidos benefícios de aprender outra língua, como conhecer a cultura, comunicação, oportunidades de estudo e trabalho, temos aí um potencial ainda mais prático: resolução de problemas. Assim, sabendo desses benefícios e também da necessidade de aprender um novo idioma, como começar, o que fazer, como estudar, como de fato aprender e evoluir em uma língua estrangeira? A resposta vai depender de cada pessoa, visto que cada um aprende…

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Certamente, você já estudou inglês, espanhol ou outro idioma ao longo da sua vida e carreira. A chance de ter estudado apenas na escola e de ter esquecido tudo, ou ainda, se matriculado em um curso e desistido no meio do caminho é grande, até porque cerca de 95% da população brasileira não fala inglês, quiçá outro idioma. Também você já sabe que é muito importante falar outro idioma, por motivos diversos, seja para trabalhar em outros países, progressão de carreira, vender para outro público, estudar, entre outros. Pode ser também só pelo orgulho de estar entre os 5% que se comunicam em inglês no Brasil ou afunilar ainda mais, para os percentuais mínimos dos que falam francês, chinês, russo e outros.  Então isso não é nada novo, inclusive nos é falado desde sempre que “inglês é primordial, língua do futuro”. Sendo assim, por que será que quase ninguém é fluente…

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Este texto é para quem sabe pouco ou nada sobre inovação e toda hora que escuta essa palavra ou frases como “precisamos inovar” ou “aquilo é inovador” sente até um interesse, mas para por aí, já que seu conhecimento sobre inovação é mais do adjetivo do que do verbo. Ou seja, sabe que inovar é algo bem legal e importante, mas não tem conhecimento ou ferramentas sobre isso, resumindo, não sabe dos paranauê. Confesso que pertenço ao grupo dos que sabem o básico, tanto é que meu espaço nesta coluna do NIDUS Lab é mais dedicado à gestão e ao empreendedorismo, mas buscando inspiração aqui e acolá (lembram do último artigo sobre criatividade?) quero trazer de pronto a resposta para a pergunta do título do artigo:  Busque soluções para problemas difíceis. Para começar a inovar, você deve ter um problema para resolver, de preferência um sério, aquele que lhe deixa…

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Você não precisa ter um dom especial para ser criativo, lições do bestseller “roube como um artista”, de Austin Kleon Há duas semanas, nesta coluna do Nidus Lab, compartilhei uma lista de 05 características e atitudes do chamado espírito empreendedor para se cultivar e ter mais assertividade na vida profissional e pessoal. A chamada era de que com elas você se tornaria um profissional melhor e mais completo. Realmente acredito nisso e as características como iniciativa, disposição em assumir riscos e resolubilidade são altamente desejáveis e constituem diferenciais.  Neste texto irei abordar outra qualidade muito relevante e que está alinhada com o  movimento de inovação, de novas ideias e melhoria de processos, a criatividade.  Inspirado no autor Austin Kleon e seu best seller “Roube como um artista”, apresento algumas chamadas e seus ensinamentos sobre criatividade, que muitos consideram um dom, talento ou aptidão com a qual já se nasce, mas…

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No último texto para a coluna no Nidus, trouxe algumas reflexões e provocações aos servidores públicos sobre a possibilidade de empreender, aproveitar seu tempo e gerar renda. Tive feedbacks positivos e muita gente também pensa que esse é um bom caminho. Claro que empreender não é para todos, afinal, esse ato pressupõe um gasto tremendo de energia, tempo e capital, mas tem algo sobre empreender que não necessariamente diz respeito a abrir um negócio, é mais uma ideia, uma inquietação, um ímpeto, algo que move muitas pessoas e é cada vez mais bem-vindo no serviço público – o espírito empreendedor. O espírito empreendedor é um conjunto de atitudes que certamente tornam o profissional melhor, mais completo e resolutivo. Ele flerta em larga escala com a inovação e a vontade de fazer e construir algo novo e melhor. Elenco 05 características que contemplam um pouco desse conceito e que podemos cultivar…

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Dos tabuleiros à necessidade de empreender.  Uma conversa com provocações aos servidores públicos A primeira coisa que você precisa saber sobre este texto é que ele tem um viés liberal em sua essência e que não é técnico. No entanto, não o abandone! A proposta é trazer algumas reflexões aos servidores sobre o uso de seu tempo, seu dinheiro e também algumas provocações que veremos adiante. No último artigo sobre gestão de videoconferências (que em tese não tem grandes relações com este), disse que eu era um jogador de tabuleiros e procurava a melhor opção disponível nos lances e também nas decisões sobre reuniões virtuais. Pois bem, foi entre uma partida e outra de um jogo desses, acompanhado de amigos servidores públicos que discutíamos sobre a profissão de cada um, seus desafios e remuneração. Na ocasião estávamos em 05 – um militar, outro analista de TI, dois técnicos administrativos de…

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Muito do que você precisa saber para gerenciar videoconferências que ainda não te contaram Estreio minha coluna no Nidus, com um tema que está mais do que em voga e muito além de ser passageiro – videoconferências. As agora populares ferramentas de encontro virtual serão uma realidade no pós crise do COVID-19 e certamente acompanharão as rotinas de trabalho, independentemente de isolamentos ou restrições sociais. Nada melhor, portanto, do que utilizá-las da melhor forma possível. Muito já se escreveu sobre regras de comportamento e etiqueta em reuniões virtuais,  como: olhar para a câmera, desligar o microfone quando não estiver sendo utilizado ou pedir a fala no chat ou nos botões para tal (tem até aceninho de mão!). O que não lhe falam é o que está por trás disso tudo, como por exemplo: a gestão de uma sala, envio de convites, do link, testes e outros pormenores que veremos ao…

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